MARCELINO PAN Y VINO – vá

Comida ótima despretensiosa, cardápio enxuto, lugar charmoso. Outro dia fui no almoço tinha um ragu de carne de porco com onion rings bem caseiro, delícia por 19 reais (dia de semana). Voltei em outra oportunidade à noite com amigos e nos damos muito bem. Duas garrafas de vinho e um apanhado de coisinhas pra “picar”: uma caponata incrível -a melhor q já comi, um bolinho de bacalhau maravilhoso e outros quitutes… A conta 50 pilas pra cada um. Tô ajudando a divulgar porque sou generosa. Mas o lugar já está lotando, na terceira vez que tentei ir – domingão na hora do almoço – a espera era de 40 minutos… Um autêntico BBBB – bom, bonito, barato e bom trato no coração da Vila Madalena: R.Girassol, 451

Back Bistrô – entrada triunfal pela porta da frente

Uma grande surpresa… No lugar onde já funcionou o Refeitório Uma, nos fundos da loja de roupas Uma, na Vila Madalena, agora é o Back Bistrô (Rua Girassol, 273). Já fui almoçar três vezes lá e encontrei o lugar meio vazio… Que desperdício! O restôzinho é totalmente BBBB (bom, bonito, barato e bom trato). Um cinco estrelas na escala vale quanto pesa.

O cardápio é enxuto, mas a comida é ótima e muito barata pros padrões paulistanos. Sinta: tambaqui de entrada com molho de redução de garapa – inesquecível – por 39. É entrada mas dá pra dividir em 2. Salada morna de lula superbem servida por 28. O Grande Prato de Frutos do Mar é uma festa de mexilhões, camarões, peixes e quetais por 63 (4 comem)… Só me incomodou um lagostim que parecia um pouco passado… Mas meu primo da Bahia garantiu que tava ok.

Incrível é o namorado com pirão (R$ 59 dá pra 2), de lamber os beiços… O camembert de cabra com mel e macadâmia tira qualquer mortal do regime e o brownie de chocolate branco – nem me fale, por R$ 15. Tem muito mais lá nos fundos da Loja Uma.

Ah… O Back Bistrô é “filhote” do Le French Bazar (http://www.lefrenchbazar.com.br/) – o que já indica ótima procedência. Fui apenas uma vez a esse restaurante no último Restaurant Week e fiquei muito impressionada com duas coisas: a qualidade e o sabor do boeuf bourguignon e o fato de eles não trabalharem com uma única importadora de vinhos… Preciso voltar.

Aizomê: pra entrar 2011 com o pé direito

Entre as minhas promessas para 2011 está assumir de uma vez o blog e colocar um post, pelo menos, uma vez a cada 15 dias. Deixar de compartilhar algumas experiências gastronômicas é um crime. Por exemplo: já ouviu falar do Aizomê? Um restaurante japa de São Paulo, que não é novo, já ganhou muitos prêmios, mas pouca gente conhece (fonte: achômetro).
Imagine uma releitura da cozinha japonesa sem cream cheese! Já valeria a visita… Com todo respeito, eles oferecem uma espécie de gozo ao paladar (credo, rs rs!!)
Na noite em que estive lá com meu marido, sentei em frente ao balcão e fui atendida pelo chef Celso. Do “boa noite” em diante foi um desfile de pratos de uma culinária japonesa diferenciada, sutil, em nada mirabolante e em tudo saborosa. Não pedi o menu degustação, fomos seguindo as sugestões do chef: vieiras, peixes com foie gras e outras maravilhas. Gastamos 180 reais com duas taças de vinho branco, um refrigerante e uma sobremesa. Vale quanto pesa? Vale cada centavo.
Como escrevi usando minha memória remota – traindo o objetivo do blog –, não pude descrever melhor os pratos… Mas promessas de ano novo, cê sabe como são, se não colocamos logo em prática, elas desaparecem tão rapidamente como as luzes dos fogos de artifício. Por isso postei assim mesmo. Um grande 2011, cheio de prazer pra todos!

Aizomê
Al. Fernão Cardim, 39
Jardim Paulista  - São Paulo – SP                                                                            Informações e reservas: 3251-5157

O suco paga o pato

Fui ao General Prime Burger da Oscar Freire no dia 19 de outubro. Paguei por um executivo baby picanha R$28,40. Nada mal, nem tampouco memorável, para um almoço nos Jardins… Mas eis que o suco de tangerina custou quase 1/3 do prato: R$ 8,10 e fez eu imediatamente tirar o General Prime Burger da possibilidade de ser um vale qunato pesa.
Ainda nos Jardins, me senti a maior felizarda em comer um delicioso PF no Farofa Paulista, faz uns dois meses acho: 19,90… Novamente o suco sorrateiramente maculou a pechincha… Se não me engano, 6 reais…
Sinceramente, acho too much… E eu que insisto em diminuir a coca-cola :-(

D’Olivino – vale cada gota, oops, cada prato e cada gole

Taí um legítimo vale quanto pesa. Vá, coma, beba de uma carta de vinho menos óbvia do que as que andam pela cidade. Vale mesmo, escrevo mais depois…http://www.dolivinorestaurante.com.br/ E se der compre um litro de azeite na saída.

Le Jazz – nada de improviso, tudo de resultado

Estou sem tempo de atualizar o blog, mas preciso falar, nem que seja rapidamente, desse bistrô. Quer comer bem e pagar baratgo, vá lá. Preço ótimo, ambiente charmosinho e ainda dá pra dividir o prato. Depois “posto” mais detalhes. Mas quero indicar já. http://lejazz.com.br

Alguns pratos experimentados são muito acertados, brie empanado.. Filet au poivre.  O claufutis de framboesa é enorme, bem servido…. O hamburguer que meu marido pediu veio bem passado, sem muito encantamento…. Mas o preço vale, depois eu coloco.

O resultado da mistura de Arrigo Barnabé com falafel tá na Casa de Francisca

A Casa de Francisca se diz um café-teatro. A música é a arte principal, mas a cozinha é uma ótima coadjuvante. O cardápio não é enxuto, é mínimo mesmo, mas tudo é tão gostosinho e leve. Perfeito pra aguardar  pequenos espetáculos de música do mais alto gabarito. Em novembro começa uma temporada, aos domingos, do show “Arrigo Barnabé em Caixa de Ódio – o universo de Lupicínio Rodrigues”. Estou louca pra ir. E quando for,  ficarei vigilante como um compositor ciumento pra não me roubarem de novo mais da metade do pão folha da Piu Piu, com coalhada seca, zattar, tomate e hortelã.

Così – um porto seguro em São Paulo

É quase um desrespeito aos queridos amigos leitores desse blog demorar tanto para postar minhas impressões do Così(Rua Barão de Tatuí, 302 – Santa Cecília, tel: 3826-5088). Não posso dizer que esse restaurante seja um ótimo custo-benefício. Ele é barato mesmo para o que oferece. Todos deveriam ir lá, pelo menos uma vez, pra prestar um tributo à comida de qualidade por um preço honesto, ou pra me xingar depois, por tanta babação.

No dia 11 de junho fui ao endereço pela primeira vez, desde que deixou de ser o Família Melilli. Eu e minha mãe pedimos de entradinha uma polenta rústica com gorgonzola, pistache e damasco. Não deu tempo de tirar a foto. Boa demais! Pecaminosa, por 18 reais.

Yara Reimberg

polenta rústica così

Depois de escancarar o apetite, minha mãe pediu uma lasanha de pato com cogumelos e abóbora muito boa, por 33 reais.

Eu queria algo mais light. Fui de peixe assado na argila com legumes e creme de sardella. Por 37 recebi um robalo no ponto, úmido, macio e bem acompanhado.

Yara Reimberg

peixe na argila Così

Yara Reimberg

peixe com moho de sardella

Pela bela impressão, voltei lá dois dias depois com meu marido, meu primo baiano Alex e a namorada, Mari e Marquinhos, personagens eternos da minha jornada. Sabe pra quê? Pra sentar à mesa do chef. Tal posição dá direito a um menu degustação de 5 ou 8 pratos. Escolhemos o de 5 (só almoço). Espero que minha memória não me traia. Começamos com fois gras, depois veio camarões com abóbora e tinta de lula, depois um ovo com azeite trufado e polenta rústica (uiii), depois veio uma carne, acho que era pato, e depois a sobremesa de chocolate.
Nesse festival de “tantos depois” o camarão e o ovo ficaram na memória, estavam maravilhosos. Do foie gras, com todo respeito não me lembro muito, a carne estava um pouco dura e a sobremesa era apenas boa.

De um modo geral a refeição foi maravilhosa, e quando lembro que custou 55 pilas por cabeça, quero morrer de felicidade.

Bem, voltei lá de novo, no começo de julho pra comemorar o aniversário da minha amiga Carla. Comi um risoto de polvo com azeitonas verdes. Se comida é restauradora, saí nova em folha depois da pratada.

O preço honesto não é mágica, é opção. O chef Renato Carioni, que estava presente em todas as vezes em que fui lamber os pratos do Così, diz que prefere ganhar em número de couverts do que em margem. Além disso, ele escolheu um ponto fora dos circuitos badalados. Na minha opinião, um lugar muito charmoso: a Santa Cecília.

Vida longa ao Così.

Dica do Juarez: Bola Preta

Yara, sempre sigo suas sugestões…ótimas… posso dar uma? lembra do Bar Supremo? o Américo Marques da Costa um dos donos…depois da Casa Europa, que não é mais dele…abriu o Bola Preta, esquina da R.José Maria Lisboa com a Al. Campinas. Gostei da comida, do preço e do ambiente…avalie e aproveite! Aos sábados tem uma feijoada super honesta! A Alessandra comeu um poivre muito bom e sobremesa tem o Toucinho do Céu do velho Supremo! Um beijo para vc. e Marcelo.

Juarez (comentário postado no about)

Dica da Mari: Due Cuochi Cocina

Yara, segunda vez no Due Cuochi Cucina. Vc precisa ir e avaliar se estou louca ou a comida é divina mesmo…

Mari, (comentário postado no  “about”)